Cinco da manhã. Escuro. Cento e vinte por hora. Virginia Moon no rádio me faz pensar no sonho. Merda, por que sonhei com isso de novo? O peito dói. Vejo de novo as luzes da cidade que deixei. Lindo. Olho sempre para a esquerda nesse momento. Sinto paz. Quero dormir, não posso. Há muito a pensar ainda.
Silêncio.
O mar desaparece e o nervoso começa a tomar conta de mim. Vai dar certo?
Silêncio.
Amanhece.
Bem-vindo ao caos.
domingo, 7 de setembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

3 comentários:
você virou uma escritora quando?
e por que não me contou dessa revolução?
isso não é de uma amadora.
isso é de uma amante profissional.
da bela da tarde que um dia acordou e viu que perdeu se perdeu.
não quero mais fotos.
como eu faço um desses?!
Não tinha outra definição. Tudo o que ela queria é que aquelas memórias também fossem displicentes como seu jeito, como seus olhos perdidos. Estava na hora de voltar, antes que a noite escurecesse seus pensamentos. Estava na hora de seguir em outra direção... deixando o mar deixá-la.
para hoje são muitos comentários!
Postar um comentário