Tudo descascando. Paredes, unhas, móveis, peles. Tudo velho, tudo podre, imprestável.
Mas olhando de perto, bem de pertinho, quase invisível, sobra um pontinho de luz. Luz fraquinha, às vezes falha, mas ainda lá.
De repente me dou conta de que os braços onde gosto de me perder podem ser os principais culpados do brilho cada vez mais forte dessa luz.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
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